Escola do crime: Brasil é o único país com “treinamento” para hackers

Todos sabemos que a internet no Brasil tem algumas peculiaridades únicas no mundo por conta da cultura que foi criada em volta da rede por aqui. O que você pode não saber é que essa cultura possui uma parte obscura igualmente peculiar. De acordo com o relatório “The Brazilian Underground Market” da Trend Micro, o Brasil é o único país do mundo que possui um comércio furtivo de “treinamentos” para cibercriminosos na web.

Não se trata exatamente de cursos de “como hackear site A ou site B”, mas sim de um comércio de tutoriais e kits de ferramentas para novatos na área. Ou seja, qualquer pessoa com um pouco de conhecimento técnico, mesmo que não consiga construir suas próprias ferramentas, pode tentar realizar uma fraude qualquer na web brasileira.

Em qualquer lugar

O comércio desses tutoriais é tão intenso que a Trend Micro coloca essa característica como a que mais se destaca na deep web por aqui. Fora isso, não é só no “subterrâneo da internet” que é possível encontrar esses kits. Alguns são disponibilizados de graça e são divulgadas em plataformas populares, como o e o YouTube. Os valores variam muito, mas os treinamentos para fraude bancária costumam ser vendidos por preços entre R$ 120 e R$ 1.500.

Entre as fraudes mais comuns, estão: páginas de phishing que tentam enganar usuários de internet banking e obter seus dados de acesso; malwares que alteram boletos de pagamento para direcionar o dinheiro para outras contas; venda de pacotes de dados de cartões de crédito e dados pessoais; e muitas outras. A Trend Micro nota que a grande maioria das fraudes no Brasil é de baixa complexidade justamente por serem cometidas em grande parte por iniciantes que estão aprendendo a hackear por meio desses kits.

Valores

Os dados de cartões de crédito custam R$ 80 cada, uma lista de números de telefone é vendida por R$ 750, com valores variando de acordo com o tamanho da cidade. Pacotes para aumentar likes e visualizações em plataformas sociais valem R$ 20, e geradores de boletos adulterados são comercializados por R$ 400.

A situação parece bastante crítica e não há indícios de que os criminosos que comercializam essas ferramentas e tutoriais se intimidem pela possibilidade de serem rastreados pelas autoridades, uma vez que os criminosos, às vezes, nem se preocupam em esconder a própria identidade. Você pode conferir o relatório completo em inglês da Trend Micro aqui.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/crime-virtual/66238-escola-crime-brasil-unico-pais-treinamento-hackers.htm

Android: como bloquear pornografia e conteúdos impróprios para menores

Se você tem filhos ou um irmão menor, deve estar ciente de que é necessário ficar sempre atento a tudo o que eles fazem na internet. Nos computadores, o controle dos conteúdos que são acessados por menores de idade é bem simples, mas será que existem modos de fazer isso também em smartphones e tablets com Android? Afinal de contas… Existe como proteger as crianças de conteúdos impróprios?

Felizmente a resposta é “sim”. Atualmente, há uma série de ferramentas que pode fazer com que smartphones e tablets com o sistema operacional Android fiquem mais seguros e com bloqueios para conteúdos que você não quer que seu filho veja. Hoje, vamos explicar rapidamente como fazer para controlar o acesso de crianças a sites e aplicativos que exigem mais maturidade.

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O bloqueio a sites pode ser realizado com alguns navegadores especialmente produzidos para esse tipo de finalidade, mas trouxemos uma opção bem mais confiável. Já para os aplicativos, tudo o que precisamos fazer é realizar algumas configurações na própria Google Play Store. E essas ações acontecem de modos bem rápidos. Preste atenção nos tutoriais e aprenda a proteger os aparelhos de toda a família.

Bloqueando sites

Você pode até fazer com que seus filhos utilizem navegadores especiais para poder controlar o acesso deles, mas a verdade é que muitos problemas de compatibilidade podem ser encontrados neles. Por essa razão, o mais interessante é continuar utilizando o navegador Google Chrome — ou outro de sua preferência —, deixando as ferramentas de controle de navegação para outros apps.

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Um ótimo exemplo é o “Mobile Security & Antivirus”, criado pela Trend Micro. O app funciona de uma maneira bem simples e pode garantir tudo o que já mencionamos anteriormente. Assim que você realizar o download e a instalação do software, você poderá ordenar a execução dele para começar as rápidas configurações que podem ser realizadas.

No menu principal do aplicativo, selecione a opção “Navegação segura”. Na janela seguinte será necessário escolher “Controle dos pais” e então criar uma conta para garantir mais controle e segurança sobre as opções modificadas. Com isso feito, é só escolher o nível de proteção que deseja aplicar no smartphone ou no tablet — sendo possível optar entre “criança”, “pré-adolescente” ou “adolescente”.

Ainda é possível adicionar sites específicos para impedir que aqueles que mexam tenham contato com conteúdos dos mais diversos tipos. Depois disso, é só salvar as modificações e entregar o aparelho de volta para o seu filho. Sempre que ele quiser acessar algum material que não deve, o navegador vai bloquear o acesso. Vale lembrar que somente quem possui a senha do app é capaz de desativar o controle parental.

Controle de aplicativos

Você certamente não quer que seus filhos realizem o download de aplicativos muito cheios de violência, sangue, morte, destruição ou insinuação de outros tipos de conteúdo que exigem mais maturidade. Pensando nisso, a própria Google criou um mecanismo para permitir que os usuários do Android possam filtrar os tipos de aplicativos que são exibidos na loja Google Play Store.

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E, para realizar esse processo, você não precisa de nada que já não possua instalado em seu smartphone. Como já dissemos, o processo todo ocorre por meio da própria loja de aplicativos do sistema operacional Android. Por isso, o primeiro passo para realizar o bloqueio de apps indesejados está na abertura da Google Play Store. Logo que a ação for realizada, selecione a aba de configurações.

Na primeira tela já será possível localizar a opção “Filtragem de conteúdo”. Clique sobre ela para fazer com que uma nova aba de opções seja carregada. É neste momento que você deve definir qual é o nível de maturidade dos aplicativos que podem ser exibidos para seus filhos naquele aparelho. Logo após escolher, você será obrigado a definir uma senha de acesso — ela será necessária para mudanças no futuro.

Depois que esse processo for concluído, a loja de aplicativos do Android será totalmente reinicializada, já sem os apps que não respeitam os níveis máximos de maturidade impostos pelos usuários. Para ter mais detalhes sobre o que representa cada “nível de maturidade”, confira o que a própria Google informa:

Todos

“As aplicações nesta categoria não devem recolher os dados de localização do utilizador nem conter matéria censurável. As aplicações não devem partilhar conteúdo do utilizador nem incluir funcionalidades sociais.”

Nível baixo de maturidade

“As aplicações nesta categoria podem incluir instâncias de violência moderada em desenhos animados ou de fantasia ou outro conteúdo potencialmente ofensivo. As aplicações poderão recolher dados de localização dos utilizadores com o objetivo de proporcionar informações específicas para a localização ou para melhorar a experiência do utilizador, mas não devem partilhar os dados com outros utilizadores. As aplicações podem incluir algumas funcionalidades sociais, mas não devem ter como objetivo permitir aos utilizadores encontrarem-se e comunicarem-se entre si.”

Nível médio de maturidade

“As aplicações nesta categoria podem incluir referências sexuais, violência intensa de fantasia ou realista, palavrões ou humor grosseiro, referências ao uso de drogas, álcool e tabaco, funcionalidades sociais e jogos de azar simulados. As aplicações podem recolher dados de localização dos utilizadores com o objetivo de partilha ou de publicação com a autorização do utilizador.”

Nível alto de maturidade

“As aplicações nesta categoria podem focar ou incluir ocorrências frequentes de conteúdo sexual e sugestivo, violência explícita, funcionalidades sociais, jogos de azar simulados e fortes referências a álcool, tabaco e drogas. As aplicações podem recolher dados de localização dos utilizadores com o objetivo de partilha ou de publicação com a autorização do utilizador.”

…..

Com essas dicas, você certamente poderá controlar muito melhor o que seus filhos estão fazendo na internet. Isso tudo pode garantir que eles fiquem longe de conteúdos que exigem muito mais maturidade para serem visualizados. Você já está pronto para fazer os bloqueios nos smartphones e tablets deles?

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/android/66062-android-bloquear-pornografia-conteudos-improprios-menores.htm

DEZ DICAS DE COMO SE PROTEGER DA FRAUDE DO BOLETO BANCÁRIO

Atualmente, com o avanço das compras online e a alta deste mercado, quem faz compras no e-commerce sempre está sujeito a cair nas armadilhas de estelionatários. Inclusive, há pouco mais de dois meses, a empresa de segurança eletrônica RSA identificou na internet a fraude do boleto bancário, que girou em torno de R$ 8,5 bilhões.

Conhecido como “gangue do boleto”, o grupo infectou cerca 192 mil computadores com vírus que, uma vez instalado no computador, alteravam o número do boleto original para um dos falsos distribuídos pela gangue.

Para evitar essa e alguns outros tipos de fraude, Luiz Antonio Sacco, Diretor Geral da SafetyPay, plataforma de pagamento digital, explica alguns métodos devem ser colocados em prática para que o consumidor não caia nesse tipo de armadilha, principalmente nas compras do e-commerce.

Dez dicas de como se proteger da fraude do boleto bancário

Conhecido como “gangue do boleto”, o grupo responsável pela fraude do boleto bancário infectou cerca 192 mil computadores com vírus que, uma vez instalado no computador, alteravam o número do boleto original para um dos falsos distribuídos pela gangue

DEZ DICAS DE COMO SE PROTEGER DA FRAUDE DO BOLETO BANCÁRIO

1. Atente-se à patente do site em relação à segurança, verifique se a página apresenta os principais certificados que garantem credibilidade;

2. Procure checar a reputação dos sites, principalmente quando estiver diante de preços que estão muito abaixo dos praticados no mercado. Hoje existem empresas que consolidam informações e experiências de compras de outros clientes;

3. Dê preferências a transações de pagamentos que são realizados na sua instituição bancária (internet banking), pois são muito mais seguros;

4. Seja extremamente cuidadoso com links desconhecidos recebidos em e-mails. Evite abri-los, pois em geral contém vírus que podem capturar seus dados;

5. Busque informações sobre a empresa responsável pela etapa final de pagamento e o número de checagens que comprovem a credibilidade para compra;

6. Compre apenas em lojas online que possuem em sua página o contato do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). De preferência faça o contato com a empresa;

7. Estabeleça uma rotina para checagem dos extratos da conta bancária e do cartão de crédito para averiguar se não há lançamentos suspeitos;

8. Nunca forneça os dados do cartão de crédito em sites sem conexão segura ou em e-mails não criptografados;

9. Realize checagens frequentes no computador, utilizando e atualizando os programas de antivírus;

10. Jamais realize compras ou pagamentos por meio de computadores de terceiros ou de redes Wi-Fi públicas.

Fonte: http://www.baboo.com.br/seguranca/dez-dicas-de-como-se-proteger-da-fraude-do-boleto-bancario/

82% dos celulares vendidos no Brasil são smartphones

Conforme dados divulgados pela IDC Brasil, o mercado de smartphones não para de crescer em nosso país. Com vários incentivos do governopara favorecer os gadgets, cada vez mais aparelhos têm chegado com preços competitivos nas lojas.

Do ano passado até o momento, o aumento nas vendas já é de 13%, sendo que 82,2% dos dispositivos comercializados entram na categoria “smartphone”. Os celulares simples, também conhecidos como featurephones, venderam 16,6 milhões – uma diminuição de 35%

Conforme Leonardo Murin, analista de mercado da IDC, a expectativa é que mais um recorde de vendas seja batido no final deste ano. “A IDC estima que sejam vendidos cerca de 14 milhões de celulares inteligentes no 3º trimestre e 70 milhões de aparelhos celulares até o final do ano”, complementa Murin.

Um dado interessante revelado pela consultoria é que 92% dos smartphones vendidos em agosto utiliza o sistema operacional mobile da Google, o Android .

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/pesquisa/65960-82-celulares-vendidos-brasil-smartphones.htm

HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?

A compra de equipamentos para que você se divirta jogando ou assistindo a filmes nunca é uma tarefa fácil. Isso porque existe uma série de variáveis e especificações para cada eletrônico, seja ele um monitor, uma televisão, um console, um computador, um player de DVD ou Blu-ray, entre outros.

É essencial pesquisar um bocado para não acabar gastando dinheiro com um aparato que não suporte ou não seja compatível com outro, afinal alguns deles trabalham juntos para garantir o seu entretenimento.

Entre esses aspectos, a escolha do cabo a ser utilizado é parte importante do processo de decisão de aquisição — em especial para aqueles que querem a melhor experiência visual possível. Pensando nisso, resolvemos comparar os tipos de cabos mais comuns no mercado para saber qual deles possui o melhor desempenho, na medida do possível dentro das suas limitações.

Os “competidores”

Se você olhar na parte traseira ou lateral da sua televisão ou monitor, vai perceber que ele possui vários tipos de entradas. Por isso, antes de nos aprofundarmos na nossa comparação, é importante que você tenha bem claro na sua cabeça o que é e quais são as características de cada cabo analisado.

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Neste infográfico, nós trouxemos algumas das serventias para determinadas tecnologias de transmissão de dados. Abaixo, você confere informações referentes aos cabos estudados neste artigo.

  • RCA: também conhecido como vídeo composto, este modelo é o mais básico que você consegue utilizar atualmente. Essa popular nomenclatura é, na verdade, uma sigla para “Radio Corporation of America”, nome da empresa que desenvolveu esses conectores na década de 40. Geralmente, esse cabo é composto de três pontas com cores distintas: vermelha, branca e amarela — sendo que duas delas são responsáveis pelo transporte de dados de áudio e a outra, de imagem.
  • Vídeo componente: assim como o RCA, este cabo é baseado na transmissão analógica de informações e se destaca por sua flexibilidade, podendo ser usado em inúmeros modelos de players de DVD, video games, videocassetes e vários outros eletrônicos. A diferença do vídeo componente para o composto é que ele separa o sinal de vídeos em três (dois para cores e um para luminância), ou seja, normalmente existem cinco conectores. Grosso modo, este modelo foi a primeira evolução do RCA.
  • VGA: sigla para “Video Graphics Array”, o VGA é um padrão gráfico criado pela IBM no final dos anos 80. Talvez até mesmo pela sua origem, essa tecnologia foi amplamente difundida entre os computadores, sendo até hoje um dos formatos mais usados de conectar o PC ao monitor. Contudo, você encontra com certa facilidade entradas compatíveis com o seu conector (que na verdade é chamado de D-SUB) em televisores.
  • DVI: disponibilizada no mercado a partir de 1999, esta interface de vídeo, que vem do inglês “Digital Visual Interface”, foi projetada por um conglomerado de companhias denominado Digital Display Working Group (DDWG). Ela foi a primeira conexão totalmente digital a se popularizar, tendo como objetivo melhorar a qualidade na transmissão de imagens. Esse cabo conta com alguns padrões, entre eles o DVI-D e o DVI-I (ambos com as variações single link e dual link).
  • HDMI: acrônimo de “High-Definition Multimedia Interface”, esse tipo de conexão foi lançado em 2003 e ganhou espaço no mercado muito rapidamente por conseguir transmitir dados de áudio e vídeo em alta resolução simultaneamente por um único cabo. Atualmente, esta é a tecnologia do “momento” para transmitir games e filmes.
  • DisplayPort: sendo considerado o grande concorrente do HDMI, este padrão digital foi desenvolvido em 2006 pelo consórcio de empresas Video Electronics Standards Association (VESA). No ano de 2008, a tecnologia recebeu uma atualização e passou a suportar a resolução máxima de 2560×1600 pixels para cabos de até 3 metros. Contudo, já existem projetos para ampliar tal compatibilidade, chegando à qualidade 4K (3840×2160 pixels).

Metodologia

Como você deve ter percebido, a variedade de cabos selecionados para essa comparação é grande, sendo que alguns deles são “exclusivos” para um determinado segmento de eletrônico. Por isso, resolvemos dividir a análise com reproduções em um video game e em um computador.

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A máquina utilizada é composta de um processador Intel i7-4770, 16 GB de memória RAM, 1 TB de armazenamento (sendo 2 discos de 500 GB em RAID0) e placa de vídeo Geforce GTX980. Nela, foram testadas as conexões VGA, DVI e HDMI em um monitor LG Flatron E2250V-PN e DisplayPort no modelo Philips Brilliance 272G5DYEB.

É preciso deixar o registro de que fomos obrigados a testar o DisplayPort em um monitor específico pois a tecnologia ainda não está amplamente difundida e os aparelhos compatíveis com ela acabam deixando de lado outros padrões, inviabilizando os experimentos de todas as entradas em um único dispositivo.

Por sua vez, usamos um PlayStation 3 para testar os cabos HDMI, Componente e RCA em uma televisão LG 47LM6700 LCD LED de 47 polegadas. Os conteúdos reproduzidos foram o game Rayman Legends (versão demo no console da Sony) e o filme “Jogos Vorazes: Em Chamas”, executado a partir do serviço Netflix com qualidade HD.

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O registro das imagens transmitidas pelas interfaces de vídeo em análise foi baseado em fotografias feitas com uma câmera Canon 7D fixa em tripé — técnica básica conhecida como “off screen”. Além disso, todas as capturas foram efetuadas no mesmo ambiente e com a mesma iluminação. Não pudemos usar placas de captura para isso porque cada TV ou monitor processa o sinal de imagem de maneira diferente, ou seja, o conteúdo de saída é incompatível com a forma de operação de dispositivos para capturas digitais.

Observações relevantes

Por fim, antes de apresentarmos as comparações propriamente ditas, é relevante tecermos algumas observações. A primeira delas é a existência de algumas variáveis que podem afetar a qualidade das fotos e que não podem ser controladas, começando pelo fato de que fotografar diretamente uma fonte luminosa (como são as telas de LED dos monitores e TVs) não é indicado devido à instabilidade e intermitência na emissão das luzes.

Essa luminosidade acaba interferindo no desempenho de captura da câmera em relação ao valor de exposição. Como você poderá observar nas galerias de fotografias abaixo (as quais representam recortes das fotos originais ampliadas em 100%), em alguns casos, como do HDMI no PS3 e do DisplayPort no PC, a imagem passa a sensação de as cores serem muito mais fortes. Contudo, na realidade, essa diferença não é tanta. Portanto, pedimos a gentileza de desconsiderar tais variações de tons ao comparar as capturas.

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Além disso, há diferenças na forma como os dados são transferidos pelos cabos baseados em tecnologias analógicas e conectores que usam apenas meios digitais para compartilhar informações. Como se isso não bastasse, como já mencionamos, diferentes modelos de televisão ou monitor possuem processos de adaptação de imagens específicos.

Isso significa que, na prática, um determinado conteúdo pode apresentar resultados discrepantes em modelos de tela distintos, mesmo que o filme, vídeo ou jogo seja executado em um mesmo aparelho e usando um único cabo. Assim, é fundamental deixarmos bem claro que a ideia deste artigo não é ser uma regra absoluta, mas servir como uma guia e orientar você a fazer uma análise na hora de decidir por qual padrão adotar.

Resultados

PlayStation 3 na TV

Durante a reprodução tanto do filme quanto do game no PlayStation 3 conectado à televisão, pudemos perceber que os cabos HDMI e Componente apresentaram qualidades muito próximas em relação a definição — o que se deve ao fato de ambos suportarem a resolução de 1080p, qualidade nativa do Rayman Legend, por exemplo.

HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?

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HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?

Em relação à gama de cores, prestando muita atenção, foi possível observar que a tecnologia HDMI proporciona tonalidades levemente mais “vivas” se comparada à Componente. Contudo, essa diferença é tão sutil que não deve influenciar significativamente a experiência final ao assistir um longa-metragem ou passar horas jogando. A maior vantagem do HDMI fica por conta mesmo é do menor número de cabos.

Por sua vez, e como era de se esperar, o cabo RCA foi aquele que apresentou a pior qualidade de imagem. A baixa definição e as cores demasiadamente “lavadas” destoam completamente do resultado exibido pelas demais tecnologias, sem falar no fato de tons mais claros “estourarem” com facilidade. Em suma, no RCA tudo parece mais borrado e sem vida.

Na verdade, todos esses problemas são compreensíveis, já que esse modelo é muito mais antigo que os outros. Assim, ele não é indicado para quem procura por qualidade na hora do entretenimento.

PC no monitor

Se nos testes mencionados acima as diferenças foram poucas, os experimentos com o computador ligado ao monitor produziram percepções de melhorias ainda menores entre um cabo e outro. Aqui, todos os modelos suportam, em teoria e dependo dos componentes envolvidos (como a placa de vídeo do PC e o display adotado), reproduzir conteúdos em 1080p.

HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?

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HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?

No tocante a definição de imagem, o único modelo em que pudemos observar uma leve discrepância foi o VGA — mas também nada que seja muito representativo. As cores reproduzidas por todos os cabos também demonstraram grandes similaridades, sendo difícil apontar um que tenha obtido diferenças “gritantes”.

Indo direto ao ponto, na hora de decidir por qual cabo optar, o ideal é levar em consideração características menos aparentes. Um exemplo disso é o fato de DisplayPort, HDMI e DVI transmitirem sinais de maneira digital. Outro ponto a ser levado em consideração é que DiplayPort e HDMI enviam imagens e áudios por uma única via, o que pode ser mais cômodo e prático para quem não gosta de cabos espalhados por todos os lados na estante ou na mesa.

O potencial de transferência de dados pode ser algo relevante a ser considerado. Enquanto um cabo HDMI 2.0 é capaz de encaminhar informações a 18 Gbit/s, um modelo DisplayPort 1.3 pode fazer isso a 32,4 Gbit/s. Na prática, isso pode impactar em cenas que elementos se movem em alta velocidade, como jogos de corrida ou esporte e filmes de ação.

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Por fim, resolução máxima é outro fator que pode ser colocado na lista de comparação. Se o HDMI chega a 4096×2160 pixels, o DisplayPort alcança a qualidade de 7680×4320 pixels. Devemos reforçar apenas que para os conteúdos convencionais disponíveis hoje em dia, tais suportes podem não fazer tanta diferença, já que os padrões médios de qualidade são bem inferiores a tais diretrizes.

Optando por um cabo que transfira dados com maior velocidade e tenha a capacidade de exibir imagens com maior resolução, você vai estar basicamente “pensando no futuro” e garantindo que obterá a melhor experiência audiovisual possível com as evoluções graduais de qualidade liberadas pelas indústrias cinematográfica e de jogos.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/cabos/65655-hdmi-vga-dvi-displayport-componente-rca-cabo-melhor.htm