DEZ DICAS DE COMO SE PROTEGER DA FRAUDE DO BOLETO BANCÁRIO

Atualmente, com o avanço das compras online e a alta deste mercado, quem faz compras no e-commerce sempre está sujeito a cair nas armadilhas de estelionatários. Inclusive, há pouco mais de dois meses, a empresa de segurança eletrônica RSA identificou na internet a fraude do boleto bancário, que girou em torno de R$ 8,5 bilhões.

Conhecido como “gangue do boleto”, o grupo infectou cerca 192 mil computadores com vírus que, uma vez instalado no computador, alteravam o número do boleto original para um dos falsos distribuídos pela gangue.

Para evitar essa e alguns outros tipos de fraude, Luiz Antonio Sacco, Diretor Geral da SafetyPay, plataforma de pagamento digital, explica alguns métodos devem ser colocados em prática para que o consumidor não caia nesse tipo de armadilha, principalmente nas compras do e-commerce.

Dez dicas de como se proteger da fraude do boleto bancário

Conhecido como “gangue do boleto”, o grupo responsável pela fraude do boleto bancário infectou cerca 192 mil computadores com vírus que, uma vez instalado no computador, alteravam o número do boleto original para um dos falsos distribuídos pela gangue

DEZ DICAS DE COMO SE PROTEGER DA FRAUDE DO BOLETO BANCÁRIO

1. Atente-se à patente do site em relação à segurança, verifique se a página apresenta os principais certificados que garantem credibilidade;

2. Procure checar a reputação dos sites, principalmente quando estiver diante de preços que estão muito abaixo dos praticados no mercado. Hoje existem empresas que consolidam informações e experiências de compras de outros clientes;

3. Dê preferências a transações de pagamentos que são realizados na sua instituição bancária (internet banking), pois são muito mais seguros;

4. Seja extremamente cuidadoso com links desconhecidos recebidos em e-mails. Evite abri-los, pois em geral contém vírus que podem capturar seus dados;

5. Busque informações sobre a empresa responsável pela etapa final de pagamento e o número de checagens que comprovem a credibilidade para compra;

6. Compre apenas em lojas online que possuem em sua página o contato do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). De preferência faça o contato com a empresa;

7. Estabeleça uma rotina para checagem dos extratos da conta bancária e do cartão de crédito para averiguar se não há lançamentos suspeitos;

8. Nunca forneça os dados do cartão de crédito em sites sem conexão segura ou em e-mails não criptografados;

9. Realize checagens frequentes no computador, utilizando e atualizando os programas de antivírus;

10. Jamais realize compras ou pagamentos por meio de computadores de terceiros ou de redes Wi-Fi públicas.

Fonte: http://www.baboo.com.br/seguranca/dez-dicas-de-como-se-proteger-da-fraude-do-boleto-bancario/

82% dos celulares vendidos no Brasil são smartphones

Conforme dados divulgados pela IDC Brasil, o mercado de smartphones não para de crescer em nosso país. Com vários incentivos do governopara favorecer os gadgets, cada vez mais aparelhos têm chegado com preços competitivos nas lojas.

Do ano passado até o momento, o aumento nas vendas já é de 13%, sendo que 82,2% dos dispositivos comercializados entram na categoria “smartphone”. Os celulares simples, também conhecidos como featurephones, venderam 16,6 milhões – uma diminuição de 35%

Conforme Leonardo Murin, analista de mercado da IDC, a expectativa é que mais um recorde de vendas seja batido no final deste ano. “A IDC estima que sejam vendidos cerca de 14 milhões de celulares inteligentes no 3º trimestre e 70 milhões de aparelhos celulares até o final do ano”, complementa Murin.

Um dado interessante revelado pela consultoria é que 92% dos smartphones vendidos em agosto utiliza o sistema operacional mobile da Google, o Android .

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/pesquisa/65960-82-celulares-vendidos-brasil-smartphones.htm

HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?

A compra de equipamentos para que você se divirta jogando ou assistindo a filmes nunca é uma tarefa fácil. Isso porque existe uma série de variáveis e especificações para cada eletrônico, seja ele um monitor, uma televisão, um console, um computador, um player de DVD ou Blu-ray, entre outros.

É essencial pesquisar um bocado para não acabar gastando dinheiro com um aparato que não suporte ou não seja compatível com outro, afinal alguns deles trabalham juntos para garantir o seu entretenimento.

Entre esses aspectos, a escolha do cabo a ser utilizado é parte importante do processo de decisão de aquisição — em especial para aqueles que querem a melhor experiência visual possível. Pensando nisso, resolvemos comparar os tipos de cabos mais comuns no mercado para saber qual deles possui o melhor desempenho, na medida do possível dentro das suas limitações.

Os “competidores”

Se você olhar na parte traseira ou lateral da sua televisão ou monitor, vai perceber que ele possui vários tipos de entradas. Por isso, antes de nos aprofundarmos na nossa comparação, é importante que você tenha bem claro na sua cabeça o que é e quais são as características de cada cabo analisado.

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Neste infográfico, nós trouxemos algumas das serventias para determinadas tecnologias de transmissão de dados. Abaixo, você confere informações referentes aos cabos estudados neste artigo.

  • RCA: também conhecido como vídeo composto, este modelo é o mais básico que você consegue utilizar atualmente. Essa popular nomenclatura é, na verdade, uma sigla para “Radio Corporation of America”, nome da empresa que desenvolveu esses conectores na década de 40. Geralmente, esse cabo é composto de três pontas com cores distintas: vermelha, branca e amarela — sendo que duas delas são responsáveis pelo transporte de dados de áudio e a outra, de imagem.
  • Vídeo componente: assim como o RCA, este cabo é baseado na transmissão analógica de informações e se destaca por sua flexibilidade, podendo ser usado em inúmeros modelos de players de DVD, video games, videocassetes e vários outros eletrônicos. A diferença do vídeo componente para o composto é que ele separa o sinal de vídeos em três (dois para cores e um para luminância), ou seja, normalmente existem cinco conectores. Grosso modo, este modelo foi a primeira evolução do RCA.
  • VGA: sigla para “Video Graphics Array”, o VGA é um padrão gráfico criado pela IBM no final dos anos 80. Talvez até mesmo pela sua origem, essa tecnologia foi amplamente difundida entre os computadores, sendo até hoje um dos formatos mais usados de conectar o PC ao monitor. Contudo, você encontra com certa facilidade entradas compatíveis com o seu conector (que na verdade é chamado de D-SUB) em televisores.
  • DVI: disponibilizada no mercado a partir de 1999, esta interface de vídeo, que vem do inglês “Digital Visual Interface”, foi projetada por um conglomerado de companhias denominado Digital Display Working Group (DDWG). Ela foi a primeira conexão totalmente digital a se popularizar, tendo como objetivo melhorar a qualidade na transmissão de imagens. Esse cabo conta com alguns padrões, entre eles o DVI-D e o DVI-I (ambos com as variações single link e dual link).
  • HDMI: acrônimo de “High-Definition Multimedia Interface”, esse tipo de conexão foi lançado em 2003 e ganhou espaço no mercado muito rapidamente por conseguir transmitir dados de áudio e vídeo em alta resolução simultaneamente por um único cabo. Atualmente, esta é a tecnologia do “momento” para transmitir games e filmes.
  • DisplayPort: sendo considerado o grande concorrente do HDMI, este padrão digital foi desenvolvido em 2006 pelo consórcio de empresas Video Electronics Standards Association (VESA). No ano de 2008, a tecnologia recebeu uma atualização e passou a suportar a resolução máxima de 2560×1600 pixels para cabos de até 3 metros. Contudo, já existem projetos para ampliar tal compatibilidade, chegando à qualidade 4K (3840×2160 pixels).

Metodologia

Como você deve ter percebido, a variedade de cabos selecionados para essa comparação é grande, sendo que alguns deles são “exclusivos” para um determinado segmento de eletrônico. Por isso, resolvemos dividir a análise com reproduções em um video game e em um computador.

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A máquina utilizada é composta de um processador Intel i7-4770, 16 GB de memória RAM, 1 TB de armazenamento (sendo 2 discos de 500 GB em RAID0) e placa de vídeo Geforce GTX980. Nela, foram testadas as conexões VGA, DVI e HDMI em um monitor LG Flatron E2250V-PN e DisplayPort no modelo Philips Brilliance 272G5DYEB.

É preciso deixar o registro de que fomos obrigados a testar o DisplayPort em um monitor específico pois a tecnologia ainda não está amplamente difundida e os aparelhos compatíveis com ela acabam deixando de lado outros padrões, inviabilizando os experimentos de todas as entradas em um único dispositivo.

Por sua vez, usamos um PlayStation 3 para testar os cabos HDMI, Componente e RCA em uma televisão LG 47LM6700 LCD LED de 47 polegadas. Os conteúdos reproduzidos foram o game Rayman Legends (versão demo no console da Sony) e o filme “Jogos Vorazes: Em Chamas”, executado a partir do serviço Netflix com qualidade HD.

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O registro das imagens transmitidas pelas interfaces de vídeo em análise foi baseado em fotografias feitas com uma câmera Canon 7D fixa em tripé — técnica básica conhecida como “off screen”. Além disso, todas as capturas foram efetuadas no mesmo ambiente e com a mesma iluminação. Não pudemos usar placas de captura para isso porque cada TV ou monitor processa o sinal de imagem de maneira diferente, ou seja, o conteúdo de saída é incompatível com a forma de operação de dispositivos para capturas digitais.

Observações relevantes

Por fim, antes de apresentarmos as comparações propriamente ditas, é relevante tecermos algumas observações. A primeira delas é a existência de algumas variáveis que podem afetar a qualidade das fotos e que não podem ser controladas, começando pelo fato de que fotografar diretamente uma fonte luminosa (como são as telas de LED dos monitores e TVs) não é indicado devido à instabilidade e intermitência na emissão das luzes.

Essa luminosidade acaba interferindo no desempenho de captura da câmera em relação ao valor de exposição. Como você poderá observar nas galerias de fotografias abaixo (as quais representam recortes das fotos originais ampliadas em 100%), em alguns casos, como do HDMI no PS3 e do DisplayPort no PC, a imagem passa a sensação de as cores serem muito mais fortes. Contudo, na realidade, essa diferença não é tanta. Portanto, pedimos a gentileza de desconsiderar tais variações de tons ao comparar as capturas.

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Além disso, há diferenças na forma como os dados são transferidos pelos cabos baseados em tecnologias analógicas e conectores que usam apenas meios digitais para compartilhar informações. Como se isso não bastasse, como já mencionamos, diferentes modelos de televisão ou monitor possuem processos de adaptação de imagens específicos.

Isso significa que, na prática, um determinado conteúdo pode apresentar resultados discrepantes em modelos de tela distintos, mesmo que o filme, vídeo ou jogo seja executado em um mesmo aparelho e usando um único cabo. Assim, é fundamental deixarmos bem claro que a ideia deste artigo não é ser uma regra absoluta, mas servir como uma guia e orientar você a fazer uma análise na hora de decidir por qual padrão adotar.

Resultados

PlayStation 3 na TV

Durante a reprodução tanto do filme quanto do game no PlayStation 3 conectado à televisão, pudemos perceber que os cabos HDMI e Componente apresentaram qualidades muito próximas em relação a definição — o que se deve ao fato de ambos suportarem a resolução de 1080p, qualidade nativa do Rayman Legend, por exemplo.

HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?

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HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?

Em relação à gama de cores, prestando muita atenção, foi possível observar que a tecnologia HDMI proporciona tonalidades levemente mais “vivas” se comparada à Componente. Contudo, essa diferença é tão sutil que não deve influenciar significativamente a experiência final ao assistir um longa-metragem ou passar horas jogando. A maior vantagem do HDMI fica por conta mesmo é do menor número de cabos.

Por sua vez, e como era de se esperar, o cabo RCA foi aquele que apresentou a pior qualidade de imagem. A baixa definição e as cores demasiadamente “lavadas” destoam completamente do resultado exibido pelas demais tecnologias, sem falar no fato de tons mais claros “estourarem” com facilidade. Em suma, no RCA tudo parece mais borrado e sem vida.

Na verdade, todos esses problemas são compreensíveis, já que esse modelo é muito mais antigo que os outros. Assim, ele não é indicado para quem procura por qualidade na hora do entretenimento.

PC no monitor

Se nos testes mencionados acima as diferenças foram poucas, os experimentos com o computador ligado ao monitor produziram percepções de melhorias ainda menores entre um cabo e outro. Aqui, todos os modelos suportam, em teoria e dependo dos componentes envolvidos (como a placa de vídeo do PC e o display adotado), reproduzir conteúdos em 1080p.

HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?
HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?

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HDMI, VGA, DVI, DisplayPort, Componente ou RCA: qual cabo é o melhor?

No tocante a definição de imagem, o único modelo em que pudemos observar uma leve discrepância foi o VGA — mas também nada que seja muito representativo. As cores reproduzidas por todos os cabos também demonstraram grandes similaridades, sendo difícil apontar um que tenha obtido diferenças “gritantes”.

Indo direto ao ponto, na hora de decidir por qual cabo optar, o ideal é levar em consideração características menos aparentes. Um exemplo disso é o fato de DisplayPort, HDMI e DVI transmitirem sinais de maneira digital. Outro ponto a ser levado em consideração é que DiplayPort e HDMI enviam imagens e áudios por uma única via, o que pode ser mais cômodo e prático para quem não gosta de cabos espalhados por todos os lados na estante ou na mesa.

O potencial de transferência de dados pode ser algo relevante a ser considerado. Enquanto um cabo HDMI 2.0 é capaz de encaminhar informações a 18 Gbit/s, um modelo DisplayPort 1.3 pode fazer isso a 32,4 Gbit/s. Na prática, isso pode impactar em cenas que elementos se movem em alta velocidade, como jogos de corrida ou esporte e filmes de ação.

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Por fim, resolução máxima é outro fator que pode ser colocado na lista de comparação. Se o HDMI chega a 4096×2160 pixels, o DisplayPort alcança a qualidade de 7680×4320 pixels. Devemos reforçar apenas que para os conteúdos convencionais disponíveis hoje em dia, tais suportes podem não fazer tanta diferença, já que os padrões médios de qualidade são bem inferiores a tais diretrizes.

Optando por um cabo que transfira dados com maior velocidade e tenha a capacidade de exibir imagens com maior resolução, você vai estar basicamente “pensando no futuro” e garantindo que obterá a melhor experiência audiovisual possível com as evoluções graduais de qualidade liberadas pelas indústrias cinematográfica e de jogos.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/cabos/65655-hdmi-vga-dvi-displayport-componente-rca-cabo-melhor.htm

Dinossauros: 9 celulares que marcaram época

Hoje em dia você quer consultar rapidamente o email e pega o smartphone. Bateu o tédio? Tire o celular do bolso e abra a loja de apps — isso se ele não estiver já na sua mão, pois o WhatsApp e o Facebook não param de “apitar”. Ah, e você provavelmente está ouvindo música por ele, deixou vários vídeos do YouTube na fila para ver depois e, se quiser, até pode consultar o GPS para saber exatamente onde está.

Pode parecer estranho para muita gente, mas há alguns anos os celulares ainda nem se chamavam smartphones, muito menos acumulavam tantas funções assim. A prioridade era para as ligações ou mensagens e o mais moderno que havia era jogar "Snake", o popular "jogo da cobrinha".

Abaixo, listamos alguns aparelhos clássicos que você com certeza já teve ou viu nas mãos de alguém. Prepare-se para fazer uma viagem no tempo e se lembrar de (ou conhecer) uma época em que palavras como "iPhone", "Galaxy" e "Xperia" ainda não significavam nada.

Nokia 3310

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Não tinha como começar com outro, não é mesmo? Talvez o modelo mais clássico da fabricante, esse celular lançado pela Nokia em 2000 ganhou uma espécie de sobrevida na memória dos fãs por conta das piadas — o gadget virou meme por ter uma bateria interminável e ser praticamente indestrutível. O carinho é tanto que ele até virou a brincadeira de 1° de abril da Microsoft em 2014. Ele teve várias variantes com nomes parecidos e apresentava o conteúdo em uma tela de 84×48 pixels. Ao todo, foram 126 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.

Motorola RAZR V3

Você se lembra de quando celulares com flip eram a maior moda — e abrir ou fechar o aparelho com uma das mãos parecia a coisa mais estilosa do mundo? Estima-se que o Motorola RAZR V3, de 2004, seja o modelo mais vendido da fabricante, com mais de 130 milhões de unidades comercializadas. O aparelho era bastante fino para a época (13 mm de espessura) e tinha um design moderno.

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Um pouco mais moderno que o anterior, ele tinha tela de 176×220 pixels, câmera VGA, Bluetooth e a possibilidade de sincronizar conteúdo com o PC. A memória disponível, entretanto, era de incríveis 7 MB. O sucesso do modelo foi tanto que a linha RAZR foi ressuscitada anos depois para o lançamento de uma série de smartphones.

Nokia 6110

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A Nokia marcou época no início da vida dos celulares, mesmo que eles não fossem um primor em uso ou design. O 6110 parecia antiquado até mesmo em 1997, ano de seu lançamento: a antena era enorme e bastante visível e o visual parecia o de um telefone de casa sem fio. Acredita-se que ele foi o primeiro a contar com uma interface separada por ícones, sendo ainda o pioneiro da Nokia em sensor infravermelho e no jogo "Snake". A bateria durava dias, mesmo com apenas 900 mAh.

Sony Ericsson K750

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Quando falamos hoje em especificações técnicas matadoras, logo imaginamos um processador incrível, memória RAM que não acaba mais e uma bateria de cair o queixo. Mas o celular "top de linha" Sony Ericsson K750 impressionou o público em 2005 por ter uma câmera digital traseira de 2 MP. Ele pesava somente 99 g e suportava cartões de memória de até 2 GB, sendo o reprodutor de mídia de muita gente que não havia se rendido ao iPod.

Motorola StarTAC

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O primeiro celular com flip completo do mundo foi o Motorola StarTAC, em 1996. Ele mescla um visual ainda "tijolão" com a modernidade do visual "concha", sendo um dos primeiros grandes sucessos da história dos celulares. Ele também introduziu o vibracall como alternativa aos ringtones. Na época, quem quisesse aproveitar essa maravilha tecnológica precisava desembolsar US$ 1 mil.

Nokia 1110

Junto com o 3310, o celular Nokia 1110 também está no coração do público. Lançado em 2005, o aparelho foi um dos últimos com tela em preto e branco, mas já possuía modernidades como toques polifônicos, alarme e antena 2G.

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Com preço baixo e facilidade de uso, ele foi um dos aparelhos mais populares de países em desenvolvimento — exatamente o caso do Brasil. A autonomia do aparelho em standby? Até 380 horas de uso sem precisar de recarga. Ele ganhou uma versão atualizada, a 1110i, no ano seguinte. Ao todo, foram 150 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.

Motorola PT-550

Esse "vovô" pode não estar na memória de muita gente, mas marcou época. Isso porque o Motorola PT-550 foi o primeiro celular vendido no Brasil — e o primeiro a receber o carinhoso apelido de "tijolão". Ele chegou ao país em 1990 tendo a portabilidade (na medida no possível, claro) como principal recurso, além do identificador de chamada, que era uma linha de números na cor verde.

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Os botões eram muito similares aos de qualquer aparelho fixo e ele até possuía um flip, mas que só escondia o teclado. Segundo o Rank Brasil, ele saiu primeiro só no Rio de Janeiro e custava entre 500 e 750 cruzados, mais 350 ou 400 cruzados para a linha telefônica.

Siemens A50/A55

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Talvez o modelo mais clássico da Siemens (ao menos em terras brasileiras), o A50 e suas variáveis destacavam-se na multidão por conta da tela monocromática, porém com um tom alaranjado inconfundível. Ele foi o primeiro modelo de muita gente e vinha em várias cores, mas as variantes azul e branca foram as de maior sucesso. A agenda suportava até 50 contatos — provavelmente bem menos do que a quantidade atual dos seus amigos com WhatsApp.

Motorola C139

Dois anos antes do lançamento do primeiro iPhone, o Motorola C139 era um dos modelos que reinava no mercado. A tela era muito pequena, com 1,25", e ele tinha certos defeitos. Um deles estava na hora de ativar a luz do aparelho: para fazer isso, era preciso pressionar uma tecla – e ela também era executada, além de iluminar o aparelho. Isso resultava em ligações recusadas sem querer e outros problemas.

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Ainda assim, ele servia perfeitamente (e serviu durante muito tempo) para quem estava atrás apenas de um aparelho para efetuar e receber chamadas. Além de "Snake", ele contava com os jogos "Box World" e "5 Stones".

É muita história a ser contada nessa linha do tempo de celulares. Por isso, não foi possível listar absolutamente todos os aparelhos que marcaram época e continuam em nossas memórias. E aí, qual o gadget do passado que não sai da sua cabeça?

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/celular/65283-dinossauros-9-celulares-marcaram-epoca.htm

CINCO DICAS PARA AUMENTAR O TEMPO DE USO DA BATERIA DE NOTEBOOK

Com o uso cada vez crescente de notebooks, a bateria ainda deixa a desejar até certo ponto. Aqui estão listadas cinco dicas para aumentar o tempo de uso da bateria.

Dicas para aumentar o tempo de uso da bateria

USE O MODO ECONOMIA DE ENERGIA NO WINDOWS

O modo economia de energia normalmente é ativado ao remover o notebook do carregador. Para ajustá-lo, vá no painel de controle e clique em opções de energia.

Certifique-se que a opção Economia de Energia está ativada. Você pode ajustar mais coisas dentro dela, para isso escolha Alterar configurações do plano. Podes, por exemplo, reduzir o tempo até o computador entrar em suspensão para cinco minutos na opção suspender atividade do computador (o padrão é 15 minutos).

Aumentar o tempo de uso da bateria

Outra dica é desligar as portas USB não usadas. Isso é feito ao clicar em alterar configurações de energia avançadas. Desça até configurações USB e altere a configuração de suspensão seletiva USB paraAtivado.

Aumentar o tempo de uso da bateria

As outras opções ainda permitem alterar a capacidade máxima e mínima do processador, No modo economia de energia, o mínimo já está em 5% e o máximo em 100%. Você pode alterar o máximo para 50% caso queira.

Aumentar o tempo de uso da bateria

Lembre-se, porém, que isso afetará o desempenho do computador.

EVITE USAR PROGRAMAS QUE CONSOMEM MUITO PROCESSAMENTO

Por falar em desempenho do processador, evite usar programas como Photoshop, programas de edição de vídeo ou jogos enquanto o notebook não está na tomada. Eles não só consomem uma quantidade enorme de processamento como fazem o HD ser acessado com mais frequência.

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Você pode verificar o uso do processador na aba Desempenho do Gerenciador de Tarefas(Ctrl+Shift+Esc)

DESABILITE APLICATIVOS QUE NÃO ESTÃO EM USO

Você tem um aplicativo que não está em uso ou que fica na barra de tarefas? Desative-o enquanto usar a bateria. Programas como esses são de armazenamento em nuvem, verificadores de atualizações ou serviços de sincronização, como o iTunes.

Se você não usa os programas constantemente, aproveite para desativá-los de iniciar com o computador. Dentro do Gerenciador de Tarefas, clique na aba Inicializar, escolha o programa desejado e aperte emDesabilitar. Você pode ver o quão lento ele deixa a inicialização pela coluna Impacto na inicialização.

Aumentar o tempo de uso da bateria

DESABILITE DISPOSITIVOS QUE NÃO ESTÃO EM USO

Se você não planeja usar no momento o Drive de DVD, por exemplo. É uma boa ideia desativa-lo noGerenciador de Dispositivos. Acesse o Painel de controle e vá em Hardware e Sons. Clique para abrir oGerenciador de dispositivos (conta de administrador necessária).

Navegue até o drive de DVD, clique com o botão direito e aperteem Desativar. Vale lembrar que até reativa-lo ele estará inutilizável.

Outra dica é desabilitar a placa de rede caso esteja usando o WiFi. Normalmente essa opção se encontra dentro de Adaptadores de Rede.

Aumentar o tempo de uso da bateria

DESFRAGMENTE O SEU DISCO RÍGIDO

Desfragmentar o disco não só oferece uma melhor desempenho para qualquer computador como reduz a carga de trabalho do mesmo. Ao desfragmentar, o sistema organiza os arquivos e as pastas para um acesso mais rápido. Você pode conferir mais sobre desfragmentação nesse link e aqui cinco desfragmentadores que funcionam até no Windows 10.

Aumentar o tempo de uso da bateria

Por fim, existem muitos programas que prometem uma duração extra na bateria, um dos poucos que oferecem informações reais é o BatteryCare. Ele permite que você tenha detalhes avançados do uso da bateria, capacidade e tempo restante na carga.

Fazer melhor uso da sua bateria é estar sempre atento a quais programas deve ou não usar. Para mais tutoriais e dicas, acesse a área de software do BABOO.

Fonte: http://www.baboo.com.br/windows/cinco-dicas-para-aumentar-o-tempo-de-uso-da-bateria-de-notebook/

Inovação: novas baterias duram 20 anos e recarregam em poucos minutos

(http://idgnow.com.br/ti-pessoal/2014/10/13/inovacao-novas-baterias-duram-20-anos-e-recarregam-em-poucos-minutos)

PC World / EUA

Criada por pesquisadores da universidade da Singapura, nova tecnologia permite recarga de 70% em dois minutos e pode chegar ao mercado daqui dois anos.

Autor da Foto

Com o passar dos anos, os aparelhos eletrönicos melhoraram quase que em todas as maneiras, tornando-se mais finos, leves e com mais pixels, além de sempre melhorar o desempenho. Mas no coração de muitos gadgets e até carros elétricos está uma tecnologia que não acompanhou esse mesmo ritmo de inovação: as baterias – mais especificamente, as baterias de lítio e íon.

A tecnologia de bateria é um fator limitante no desenvolvimento de muitas das tecnologias atuais. Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Nanyang, em Singapura, afirmam ter descoberto uma maneira de construir uma bateria melhor – que pode ser recarregada em poucos minutos e dura incríveis 20 anos.

Por que isso importa

Caso essas novas baterias sejam fabricadas em grande escala, elas poderiam acabar com dois dos principais problemas dos aparelhos eletrönicos atuais: longo tempo de recarga e obscolescência forçada.

Os benefícios da recarga rápida não precisam de explicação, mas muitos dos smartphones e tablets atuais não te permitem remover suas baterias (como no caso da Apple, por exemplo), essencialmente te forçando a comprar um novo aparelho quando a bateria de lítio interna começa a ficar fraca após 500 cargas ou mais.

Assim, uma bateria que dure 20 anos iria mudar drasticamente o tempo que as pessoas ficariam com seus smartphones, especialmente com a tendência mais recente de separar os preços dos aparelhos das assinturas por serviços.

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Nanotubos de dióxido de titânio

Especificamente, os pesquisadores da NTU alegam que essa nova tecnologia de bateria possui um ciclo de 10 mil recargas – ou seja, você poderia recarregar seu aparelho 10 mil vezes antes que a sua carga máxima comece a ser reduzida.

E permitir esse “truque” bacana não exige uma reimaginação completa de como nós desenvolvemos as baterias. Os pesquisadores substituíram a grafita usada no anodo (eletródo positivo) das baterias de lítio com um gel feito a partir de nanotubos de dióxido de titânio “mil vezes mais fino que o diâmetro de um cabelo humano”.

Usar pequenos nanotubos de dióxido de titânio em vez de grafita também acelera a velocidade com que os elétrons e íons fluem para dentro e fora da bateria. Os pesquisadores afirmam que a bateria deles recarrega mais rapidamente do que baterias tradicionais de lítio, indo de vazia para 70% da carga em apenas dois minutos. Dois minutos!

O professor associado da NTU, Chen Xiaodong, responsável pela invenção, afirma que as baterias feitas com esse gel de dióxido de titânio, podem chegar ao mercado em cerca de dois anos – segundo ele, uma empresa não revelada já está licenciando a tecnologia.

Tecnologia da informação e aplicativos são as novas armas contra o ebola

O combate ao vírus ebola ganhou uma mãozinha da tecnologia mobile. AeHealth África , uma entidade de pesquisa focada em melhorar a saúde através da criação de sistemas de gestão de informação, desenvolveu um aplicativo Android para gerenciar informações sobre pessoas que tiveram contato com o vírus.

O Sense Ebola Followup é utilizado por agentes de saúde, oficiais e voluntários, com celulares cedidos em sua maioria pela eHealth. O aplicativo registra informações sobre os pacientes através de uma série de perguntas que avaliam os sintomas da doença.

De acordo com Daniel Tom-Aba, gerente de dados sênior do Centro de Operações de Emergência de Ebola, em Lagos, o aplicativo ajudou a reduzir o tempo de comunicação entre as bases de dados sobre a doença de 12 horas para quase zero.

“Os formulários anteriormente eram feitos manualmente antes de serem enviados aos bancos de dados, mas agora podem ser atualizados imediatamente”, informou Tom-Aba em entrevista à Bloomberg. A eHealth está exportando seus celulares com o aplicativo para outros países afetados, como Serra Leoa, Guiné e Libéria.

Outra tecnologia que tem ajudado nesses tempos complicados na África é o Google Trends. A Google Nigéria realizou um treinamento para jornalistas para utilização da ferramenta como forma de melhorar a informação sobre os casos de ebola, identificando as principais perguntas que as pessoas faziam sobre a doença. Eles aprenderam a criar imagens usando o Google Maps e o Google Earth para tentar difundir melhor as notícias.

Voluntários que estão atuando na África também passaram a utilizar o Twitter e o Facebook para monitorar e informar novos casos da doença. Essas informações estão reunidas no perfil @EbolaAlert. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o ebola já matou cerca de 3,5 mil pessoas em mais de 7 mil casos conhecidos.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/saude/64318-tecnologia-informacao-aplicativos-novas-armas-ebola.htm