Veja seis formas de driblar uma conexão Wi-Fi ruim durante uma viagem

(http://pcworld.uol.com.br/dicas/2013/04/08/veja-seis-formas-de-driblar-uma-conexao-wi-fi-ruim-durante-uma-viagem)
Rick Broida, PCWorld EUA e Rafael Rigues, PCWorld Brasil
A “banda larga” do hotel é mais lenta que seu velho modem 56K? Cai mais do que bêbado na esquina? Siga estas dicas para garantir seu acesso à rede.

Em uma viagem recente fiquei em um hotel que oferecia Wi-Fi grátis. Mas havia um problema: a rede era horrível. A velocidade me lembrou meu velho modem 56K, mas sem a mesma consistência na conexão.

Não preciso dizer que era impossível trabalhar com uma conexão assim, e isso era um problema. Felizmente estou sempre preparado para estes obstáculos tecnológicos, e você também pode estar. Se você se deparar com uma conexão Wi-Fi ruim em um hotel, experimente uma das soluções a seguir:

1. Peça à recepção para resetar o roteador. Se você sequer consegue se conectar, ou a conexão cai a toda hora, o problema pode estar no roteador. Ligue para a recepção e, educadamente, pergunte se eles podem resetar o roteador de seu andar ou quarto. Aguarde 5 a 10 minutos e tente se conectar novamente.

2. Veja se é possível usar uma conexão cabeada. Muitos quartos de hotel tem uma porta Ethernet em uma escrivaninha, perto das tomadas, o que permite que você contorne os problemas com o Wi-Fi e se conecte diretamente à rede local. Se você não tem um cabo de rede na mala, ligue para a recepção e pergunte se podem lhe emprestar um. Se você precisar compartilhar a conexão como um tablet ou smartphone, instale no PC um programa como o Connectify Hotspot, que irá transformá-lo em um “roteador Wi-Fi virtual”. Uma alternativa é levar na mala um roteador compacto como o TL-WR702N, da TP-Link, e criar sua própria rede Wi-Fi exclusiva no quarto.

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Leve um roteador portátil na mala para criar sua própria rede Wi-FI

3. Vá ao Lobby. É possível que a rede Wi-Fi do hotel seja boa, mas sua conexão é ruim porque seu quarto está longe demais do roteador ou repetidor. Experimente se conectar em uma sala de conferência, “business center” ou no lobby/recepção e veja se a situação melhora.

4. Arranje um hotspot portátil pré-pago. Esta é uma boa dica para quem viaja constantemente aos EUA. Estes aparelhinhos conseguem acessar as redes 4G das operadoras locais e compartilhar a conexão via Wi-Fi como seus aparelhos. Mas não os compre nas grandes operadoras (AT&T, T-Mobile, Verizon) pois elas geralmente irão tentar lhe amarrar a um plano mensal ou contrato de dois anos.

A solução é usar um hotspot pré-pago (conhecido nos EUA como “Pay as you go”) de empresas como a DataJack, TruConnect ou Virgin Mobile, que geralmente custam menos de US$ 100 e já incluem uma franquia de dados (que varia de operadora para operadora). Outra opção é o hotspot Photon da FreedomPop, que custa US$ 89 e inclui 500 MB de dados grátis. Mas antes de contratar o serviço, consulte no site a disponibilidade na região onde você pretende usá-lo.

5. Use o recurso de “Roteador Wi-Fi” ou “Hotspot pessoal” de seu smartphone. Se você está viajando no Brasil e dentro da área de cobertura de sua operadora, pode compartilhar a conexão 3G de seu smartphone com seus outros aparelhos. Pode não ser a opção mais rápida disponível, mas geralmente é suficiente para baixar e-mails e trocar alguns documentos com colegas distantes. Num aparelho com Android 4.0 você encontra este recurso em Configurações / Redes / Roteador Wi-Fi. Num iPhone ele fica em Definições / Geral / Rede Móvel / Hotspot pessoal.

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A maioria dos smartphones permite compartilhar a conexão 3G via Wi-Fi com outros aparelhos

Em ambos os casos você poderá modificar o nome da rede Wi-Fi que será criada, e até mesmo proteger o acesso a ela com uma senha (uma ótima idéia). Só tenha em mente que este recurso irá esgotar a bateria de seu smartphone MUITO rapidamente, o ideal é usá-lo com o aparelho plugado à tomada, ou por curtos períodos de tempo se isso não for possível.

Mas atenção: nunca ative o tethering em um smartphone se você estiver fora do país e não tiver um plano específico para dados internacionais com sua operadora. Mesmo alguns poucos MB de dados em roaming internacional podem resultar em contas astronômicas e um ataque cardíaco no final do mês. Na verdade, antes de uma viagem internacional o ideal é desligar a conexão de dados em roaming, para evitar surpresas: num Android 4.0 vá emConfigurações / Uso de Dados, tecle Menu e desmarque a opção Roaming de Dados.

Se você precisar ter o smartphone sempre online, e um ocasional hotspot Wi-Fi não é o suficiente, o melhor a fazer é ir até a loja de uma operadora local e adquirir um SIM-Card com dados e minutos pré-pagos.

6. Encontre o restaurante, confeitaria ou cafeteria mais próximos. Quando tudo mais falhar, a solução é procurar um outro ponto de acesso público. Confeitarias e cafeterias (como as lojas da rede Starbucks) são uma boa aposta. Um app localizador de hotspots (procure por Wi-Fi Finder na loja de aplicativos de seu aparelho) pode ajudar no processo. Veja também nossas dicas para se manter seguro em uma rede aberta.

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