Fabricante Pc Legal lança micro popular com Linux e amplia linha de PCs

Por Daniela Braun editora do IDG Now!*

Com a meta de vender 250 mil micros em 2007, empresa catarinense lança PC popular com Linux e promete notebook para mulheres

O mercado de PCs de baixo custo ganhou mais um concorrente. A empresa catarinense Pc Legal do Brasil anunciou nesta quarta-feira (24/01), a ampliação de sua linha de PCs para o mercado de consumo.

Na próxima segunda-feira (29/01), a companhia aposta em um PC de 1.190 reais com monitor, 80 GB de HD, 256 MB de Memória, CD/DVD-Rom, sistema operacional Linux, 30 softwares e gabinete mais compacto (14 cm de largura, 17,5 cm de altura e 37 cm de profundidade).

Segundo Graciano Neto, executivo que entrou como sócio da empresa em novembro de 2006 e assumiu recentemente a presidência da Pc Legal, a meta é ampliar as linhas de PCs para os mercados corporativo e de governo, com valor máximo de 1.690 reais, comercializando 250 mil máquinas nestes segmentos em um ano.

"O investimento inicial é baixo – cerca de 600 mil reais – para ativar a produção, trabalhando com um estoque bem pequeno (cerca de 1.500 máquinas) em um primeiro momento, que será localizado nas fábricas terceirizadas", explica Neto.

Antes de assumir a Pc Legal, Neto foi presidente da Aranda Software do Brasil, desenvolvedora de sistemas para gestão de infra-estrutura de TI, e também presidiu a Cobra Tecnologia no biênio 2003/2004.

A empresa iniciou sua operação há um ano com a produção do Pc Legal, uma máquina para o mercado consumidor com mais capacidade – vendida por 1.490 reais com monitor. Em um ano, entretanto, foram comercializadas apenas 3.200 unidades. "Não tínhamos nenhuma ação de marketing, nem divulgação", observa Neto.

Hoje, a Pc Legal possui capacidade fabril de 30 mil máquinas por mês em duas linhas de produção terceirizadas nas empresas Lidertech, em Ilhéus (BA), e IlhaService, em Florianópolis (SC).

A companhia estruturada recentemente tem como sócios, além de Neto, a Holding Palmarium Participações e a Wite Telecom, empresa de Santa Catarina, que detém a marca Pc Legal. As participações entre os sócios são igualitárias.

Presidida por Alexandre Athaíde, ex-diretor da Credicard no Brasil, a Palmarium ainda detém as empresas de cosméticos Brasil Nativo, de serviços de call center, Meta Soluções Comerciais, e a seguradora Potens Seguros.

"Nosso objetivo é ter uma marca popular, uma marca mais forte e criar mais produtos", explica Neto adiantando que, até o final do ano, o Pc Legal será rebatizado de "Desktop Legal". Entre as novidades previstas para o segundo semestre estão a oferta da linha "Note Legal", de notebooks avaliados em até 3 mil reais.

"Vamos trabalhar com um notebook topo de linha por até 3 mil reais, aproveitando os incentivos fiscais da Lei do Bem – isenção de PIS/Cofins (9,25%)", informa o presidente da empresa.

Uma linha de notebooks para mulheres e um palmtop, o "Palm Legal", estão previstos para o segundo semestre. "Os notebooks serão mais leves, menores e com opções de cores além do preto e do prateado", adianta Neto.

 

 

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